AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO

AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO
Esclarecimentos sobre a possível mudança na forma de pagamento do auxílio-alimentação
De início, é importante esclarecer que a forma de pagamento do auxílio-alimentação é um assunto que diz respeito ao conjunto dos servidores públicos do Distrito Federal, portanto, não somente aos servidores da nossa carreira, razão pela qual os debates sobre o assunto estão sendo realizados, principalmente, com o Fórum em Defesa do Serviço Público do Distrito Federal, coordenado pelo Secretário Geral do SAE e Secretário de Relações de Trabalho da CUT-DF, Denilvaldo Alves.
Principal razão do surgimento da questão
Essa questão surgiu diante de constantes reclamações de servidores públicos distritais de que o auxílio-alimentação, no caso dos servidores com saldos negativos no cheque especial ou com dívidas de empréstimos bancários, vinha sendo utilizado pelo banco para amortização ou pagamento dessas dívidas, tirando assim o caráter indenizatório do benefício.
Proposta do GDF
A proposta do GDF junto aos servidores públicos distritais é no sentido da criação de um cartão, no qual seria creditado o auxílio-alimentação e que poderia ser utilizado para refeição ou compra de alimentos.
Nossa avaliação
Nas discussões até o momento realizadas, viu-se que a proposta gerou basicamente duas posições na base dos servidores públicos de um modo geral:
1ª posição: favorável à criação do cartão. Em síntese, assim entendem, principalmente, aquelas pessoas com saldos devedores em seus cheques especiais ou com débitos mensais de prestações no banco.
2ª posição: contrária à criação do cartão. Assim se posicionam aquelas pessoas que não concordam com as limitações que o cartão poderia gerar como utilização restrita a refeiçoes ou compra de alimentos, possibilidade de não adesão por parte dos estabelecimentos comerciais de suas preferências ao cartão, diminuição da margem de consignação para a tomada de empréstimos bancários, entre outras razões.
Nosso posicionamento
Em face dessas duas posições na base dos servidores públicos distritais, entendemos que, caso o GDF resolva criar o cartão, seja garantida ao servidor a liberdade para aderir ou não.
NÃO À OBRIGATORIEDADE!
Seguem os debates, mas nada ainda está definido.